Língua de sinais grega
Características gerais
Se estima que a língua de sinais grega a utilizam 12.000 crianças e 30.000 adultos. Tem muitas similitudes com a língua de sinais americana, francesa e com outras línguas indígenas, que se homogeneizaram em 1950.A língua de sinais se chama GSL
A língua de sinais existe na comunidade surda grega desde a antigüidade. Porém, se sabe muito pouco sobre a GSL e a comunidade grega de surdos.Na maioria das línguas de sinais existem duas categorías de sinais diferentes para os nomes: sinais arbitrários (ANS) e sinais descritivos (DNS); nos arbitrários se utiliza o alfabeto datilológico para representar a inicial do nome ou sobrenome, nos descritivos se utilizam umas regras que se aplicam a forma de mão, movimentos e colocação, para descrever as características de uma pessoa ou seu comportamento. A forma de mão se refere a tamanhos, formas, objetos e gente. A comunidade surda grega usa tanto os sinais descritivos como os arbitrários. A forma mais conhecida de nomear em língua de sinais é a descritiva. Mas, a mais frequente para os nomes gregos corresponde a que se usa mais na GSL e se conhece como a forma das mãos não marcada. Os sinais não se transmitem entre familias mas sim que são assinados pelos membros da comunidade surda ou da comunidade educativa. Uma vez que se assinouol nome da pessoa, o normal é que esteja com ele toda a vida. Muitas vezes o sinal do nome costuma ter referências de gênero e familiares, e si se assinou o nome ao terminar os estudos costuma estar relacionado com a ocupação oo vocação da pessoa. Existe um processo de nomear similar que se escuta na Grecia .
Alfabeto datilológico e articulação
Tradicionalmente a Grécia educou a seus cidadãos surdos com métodos orais; as conquistas dos gregos surdos que receberam esta educação não são muito elevados (Kourbetis, 1987). O ensino oral nas escolas gregas influenciou a linguagem de sinais, nelas se usava mais a articulação que o alfabeto datilológico. A falta de educação formal entre a geração madura e sua atitude contra o ensino, criou sentimentos contra o uso do alfabeto datilológico. O uso deste se toma como um ato de opressão, pelo que se ve com despreso, como consequencia, os adultos não o usam normalmente. Esta atitude é menos comum entre a comunidade jóvem de surdos porque receberam uma educação de qualidade e cresceram com o uso da GSL em um mundo de ouvintes.